
Ontem aconteceu uma coisa diferente.. Inusitada!
Estava eu tranqüila da vida vendo a novela, sabendo que depois vinha o futebol. Todo mundo sabe o quanto odeio futebol, não faço questão de esconder isso. Final da “Libertadores”. Fluminense precisa de dois gols de diferença para ir à prorrogação (estou reproduzindo fielmente o que disseram ontem). Me bateu aquela má vontade.. “Tanta coisa boa pra passar e eles tem que passar logo esse futebol?! Saco!"
Nisso terminou a novela. Permaneci na Globo, talvez por preguiça de tirar o braço debaixo da coberta e pegar o controle (tava frio! Me crucifiquem!). Aí, minha gente, vi aquele Maracanã lotaaado (cerca de 80 mil torcedores, se não me engano). Coisa linda, viu! Não existe mesmo povo que ame mais futebol que o brasileiro. Se existe, não tenho notícia. E não há nada que congregue mais o brasileiro que futebol. É como se fossem todos um só! Aquela confusão de fogos, gritos, fumaça, gente feliz! Não consegui mudar de canal. Fiquei ali, contemplando aquele povo esperançoso com faixas: "EU ACREDITO!" Já estava rendida.. "Ai, Doutor, eu não me engano!" Meu coração já era FLUMINENSE!
Começa a partida. Eu ali, meio cabreira, sem saber ainda por que não fui ver o que tava passando nos outros canais, sem entender o motivo dos impedimentos.. Cinco minutos: o balde de água fria. LDU 1x0. E eu toda aflita! Meu Deus! Pra que? As únicas vezes que fico inclinada a essa paixão futebolística é nas finais de copa do mundo. Ah, aí sou brasileira mesmo! De gritar! De falar mal da mãe do juiz! De esbravejar com jogador! De chorar..
Bola rolando, coração batendo forte, ansiedade, ganas de roer unha! Fluminense empata o jogo! “GLÓRIA A DEUS!” Foi a minha interjeição. E a cada possibilidade de um novo gol, que sofrimento! Quem gosta de futebol tem que ter um coração muito forte.. Tiago Neves correndo com ares de herói. Naquele momento não havia niguém mais imponente que ele nesse mundo. Era o Brasil e Tiago Neves.
O jogo foi "fondo". Ainda resisti bravamente por um tempo. JOGAÇO, VIU!! Muita emoção, muito desespero, muita chance de gol.. Só que não aguentei e dormi. Foi bom não ter visto até o fim, hoje tive a notícia ruim: "Cevallos brilha nos pênaltis, e o título é da LDU." Não gosto de ver ninguém sofrer. É assim em tudo que nos entregamos demais, que esperamos demais, que temos muita expectativa. Quando ela se frustra, você padece, meu amiguinho.
Termino aqui minha resenha dessa minha noite de torcedora apaixonada com o comentário de Renato Gaúcho (técnico do Fluminense) acerca da derrota do time: "Foi o maior nocaute desde a perda do meu pai." Forte isso.
Estava eu tranqüila da vida vendo a novela, sabendo que depois vinha o futebol. Todo mundo sabe o quanto odeio futebol, não faço questão de esconder isso. Final da “Libertadores”. Fluminense precisa de dois gols de diferença para ir à prorrogação (estou reproduzindo fielmente o que disseram ontem). Me bateu aquela má vontade.. “Tanta coisa boa pra passar e eles tem que passar logo esse futebol?! Saco!"
Nisso terminou a novela. Permaneci na Globo, talvez por preguiça de tirar o braço debaixo da coberta e pegar o controle (tava frio! Me crucifiquem!). Aí, minha gente, vi aquele Maracanã lotaaado (cerca de 80 mil torcedores, se não me engano). Coisa linda, viu! Não existe mesmo povo que ame mais futebol que o brasileiro. Se existe, não tenho notícia. E não há nada que congregue mais o brasileiro que futebol. É como se fossem todos um só! Aquela confusão de fogos, gritos, fumaça, gente feliz! Não consegui mudar de canal. Fiquei ali, contemplando aquele povo esperançoso com faixas: "EU ACREDITO!" Já estava rendida.. "Ai, Doutor, eu não me engano!" Meu coração já era FLUMINENSE!
Começa a partida. Eu ali, meio cabreira, sem saber ainda por que não fui ver o que tava passando nos outros canais, sem entender o motivo dos impedimentos.. Cinco minutos: o balde de água fria. LDU 1x0. E eu toda aflita! Meu Deus! Pra que? As únicas vezes que fico inclinada a essa paixão futebolística é nas finais de copa do mundo. Ah, aí sou brasileira mesmo! De gritar! De falar mal da mãe do juiz! De esbravejar com jogador! De chorar..
Bola rolando, coração batendo forte, ansiedade, ganas de roer unha! Fluminense empata o jogo! “GLÓRIA A DEUS!” Foi a minha interjeição. E a cada possibilidade de um novo gol, que sofrimento! Quem gosta de futebol tem que ter um coração muito forte.. Tiago Neves correndo com ares de herói. Naquele momento não havia niguém mais imponente que ele nesse mundo. Era o Brasil e Tiago Neves.
O jogo foi "fondo". Ainda resisti bravamente por um tempo. JOGAÇO, VIU!! Muita emoção, muito desespero, muita chance de gol.. Só que não aguentei e dormi. Foi bom não ter visto até o fim, hoje tive a notícia ruim: "Cevallos brilha nos pênaltis, e o título é da LDU." Não gosto de ver ninguém sofrer. É assim em tudo que nos entregamos demais, que esperamos demais, que temos muita expectativa. Quando ela se frustra, você padece, meu amiguinho.
Termino aqui minha resenha dessa minha noite de torcedora apaixonada com o comentário de Renato Gaúcho (técnico do Fluminense) acerca da derrota do time: "Foi o maior nocaute desde a perda do meu pai." Forte isso.
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Um comentário:
Bem amigos da REDE GLOBO... Oh dó do Fluminense coitado... nesse dia me dei ao Luxo de dormir mais cedo pois era para o Meu tricolor estar na final mas fiquei feliz em saber que perderam rsrsrs isso basta.... Mas admiro a coragem e garra dos jogadores... mas dormi muito bem naquela noite hehhee... acordei bem mais disposto...
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